| Eu
tentei criar uma experiência visual, que se desviasse do campo das
palavras e penetrasse diretamente no subconsciente com um teor emocional
e filosófico... Projetei o filme para ser uma experiência
subjetiva intensa, que atinja o espectador num nível profundo de
consciência, exatamente como a música faz... Você está
livre para especular como quiser sobre o sentido filosófico e alegórico
do filme. |
| Stanley
Kubrick (1968) |